Atacado de Tecidos e Tecidos para Uniformes

Atacado de Tecidos na JK Tecidos

O que são e para que serve
fábricas de tecidos em Americana

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A cidade de Americana, localizada na região metropolitana de Campinas no Estado de São Paulo, é bastante conhecida devido a forte presença no setor têxtil na cidade. As fábricas de tecido em Americana são de longe as empresas com maior reconhecimento nacional e internacional, isso se deve principalmente a história da cidade, que está completamente atrelada a história da indústria têxtil local.


Em 1875, ainda conhecida como Vila dos Americanos, foi inaugurada por Antônio e Augusto de Souza Queiroz e Willian Putney Ralston tecelagem de tecidos de algodão, na então Fazenda São Domingos, atual Carioba. Tecelagem essa que foi uma das três primeiras fábricas de tecido no estado de São Paulo e é considerada como o marco que impulsionou a economia da cidade na direção do setor têxtil. 


A expansão das fábricas de tecidos em Americana começa em 1886 com a compra da tecelagem pelos irmãos Jorge e Clement Wilmont, que ampliaram a fábrica para produzir casemira de alta qualidade, mas faliram em 1896. A fábrica foi vendida para Franz Müeller, seu irmão Hermann e outro sócio inglês, Rawlinson, em leilão do Banco do Brasil em 1901, porém, algum tempo depois Franz tornou-se único dono da tecelagem ao comprar a parte dos sócios. A fábrica quando foi leiloada contava com 100 teares e gerador elétrico. 

Diferenciais e aplicações do
fábricas de tecidos em Americana

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O compra da tecelagem por Müller foi um verdadeiro divisor de águas para a cidade que hoje conta com tantas fábricas de tecidos em Americana, devido a sua forma de gestão que não só fez sua fábrica crescer, mas trouxe desenvolvimento para toda a cidade, moradores, funcionários e produtores.


Em 1911, a hidroelétrica de Müller começa a fornecer energia para Americana, Carioba, Nova Odessa, Sumaré e Monte Mor, possibilitada por um salto do rio Atibaia, que fica dentro da então Fazenda Salto Grande, adquirida por Müller em 1907. A fazenda também produzia algodão para a fiação de Carioba e posteriormente tornou-se um importante laboratório genético de algodão que passou a fornecer sementes de algodão para todo o Brasil.


O alicerce serviu para que Americana se desenvolvesse muito mais rápido que muitas cidades do interior do estado. Em 1924 passa a ser município de Americana e em 1953, comarca de Americana. Durante o período de 1935 a 1970 a implantação da indústria Facionista possibilita o surgimento de pequenas fábricas de tecidos em Americana, possibilitada por seu modelo de fabricação, as empresas forneciam a matéria prima a pequenos produtores ou direto ao operário, que após tecer em teares próprios, devolvia o tecido pronto a fábrica que pagava pelo metro do produto. Esse modelo possibilitou que pequenas fábricas de tecidos em Americana viessem a se tornar grandes empresas fábricas de tecidos em Americana, e transformando a cidade o que é hoje, o maior pólo produtor de fibras artificiais e sintéticas de toda a América Latina. 

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fábricas de tecidos em Americana

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